terça-feira, 11 de maio de 2010

Mar de confissões

Vê com teus próprios olhos, não preciso mais disso. São milhas de distância, mas eu não quero mais viver na minha memória. Eu fico bem; é quando tuas lembranças vem, embaçam minha retina, num mal-dormir sem fim. Me entregue a liberdade, por favor. Quero te desejar outro rapaz, guardar todo rancor, não ser mais seu pierrot; não quero mais o nosso amor. Daqui adiante, rasgarei minhas falas. Essa peça genial chega ao fim. E meu papel já não tem mais ritmo nem cor.

Um pedaço do oceano se revela na minha esperança. E o inverno me cobre com seu véu.


Ode aos teus sonhos oblíquos.

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