sábado, 17 de julho de 2010

Hoje foi mais uma noite dormida. Antes fosse.

No chão da sala, desliguei a televisão e virei pro lado. Meus olhos deram pequenas piscadelas, e se fecharam. É meio estranho imaginar o que as pessoas pensam quando vão dormir. Normalmente, eu repasso o dia, ou dias anteriores, numa longínqua lembrança por dentro da minha mente. Relembrei brigas, sorrisos, sons personificados, acordes. Me lembrei inclusive, do livro que havia terminado de ler: o melhor dos ultimos 3.
E então adormeci. Eu sei que ninguém sabe quando adormece, mas nesse exato momento, começara um transe no qual eu não pensava em mais nada, apenas tentava dormir. O dia foi muito cansativo.
No meio de apenas uma das minhas boas noites de sono, surgiu um fato inesperado que etiquetou e colocou este na estante das noites estranhas. Me peguei sonhando a noite inteira com você.

Dizem, que nos nossos sonhos, nós apenas vemos nossos desejos mais profundos. Melhor dizendo: nós enxergamos não o que queremos em primeira instância, mas sim o que habita a nossa alma.

Nesse caso, ainda estou para me dedicar um dia inteiro a o que realmente quero, pois desconhecia esse fato.

E então, mais um fato inesperado: acordei. Perfeito, ser acordado às 8 da manhã com chuva lá fora, e cum grano salis.

Só falta ler no meu horóscopo: se jogue da ponte pois seu dia está uma merda hoje.
*Espaço reservado para onomatopeias de risadas escancaradas!*

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